Companheiro de todas as horas,
neste momento meu coração chora.
Todo momento de decisão é dificil,
e tem vezes que dá vontade de
jogar tudo fora.
Tudo ia tão bem, tão certinho,
tranquilo como o barco navegando,
no plácido mar de águas azuis.
Mas de repente, um solavanco,
nem deu tempo de jogar a âncora.
Naufragaram os sentimentos,
molharam-se as certezas,
sobraram apenas pedaços toscos
de esperanças quebradas,
à deriva, mais nada.
Perdida no oceano das emoções,
venho pedir-te, meu bom amigo,
não me deixes soçobrar nas ilusões,
que margeiam a escada da vida,
na cegueira dos sentidos.
Faze com que vagarosamente,
possa alcançar cada degrau desta escada,
envolta na paz de espírito,
coração leve, mente altruista
e sobretudo, a ninguém magoar!
Guida Linhares
sábado, 15 de janeiro de 2011
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Um Homem usado nas mãos de Deus
Um Homem usado nas mãos de Deus
Bispo Márcio Silva
“ Disse também o Senhor a Moises, em mídia: Vai, torna para o Egito, porque são mortos todos os que procuravam tira-te a vida” (Exodo 4.19).
A vida ministerial de Moisés impressiona qualquer um de nós. Ele mantinha comunhão com Deus; seu coração estava aberto à voz do Senhor. As pessoas que se rebelaram contra Moisés, foram engolidas pela terra, ele orou, e a terra se abriu e as pessoas foram engolidas. Milagres aconteciam na vida desse homem de Deus.
É maravilhoso quando vivemos um momento assim. Quando tudo vai bem. Isto reflete o agir de Deus na nossa vida.
Moisés vivia esse auge. Ele não conseguia nem andar, pois as pessoas queriam conversar apenas com ele; não adiantava ter cem auxiliares. As pessoas diziam “eu quero é Moisés, ele é o homem. Ele é a expressão máxima. Todo mundo queria ser amigo de Moisés.
Um homem poderosíssimo, considerado o maior legislador de todos os tempos. O homem a quem Deus revelou coisas que jamais havia revelado. Moises recebeu a incumbência de escrever a história da criação do mundo, da formação do homem, do pecado, da chamada de Noé, de Abrão, etc. Moisés era um líder fantástico, uma pessoa poderosa.
Talvez você tenha sido uma pessoa ungida, abençoada, que realmente impressionava pelo dom de Deus na sua vida, mas perdeu o brilho e está usando um véu. Faça como Davi, confesse a Deus e peça a ele que renove sua vida. Para Deus ninguém foi tão fundo que a sua graça e misericórdia não possam alcançar. O Senhor está pronto para nos renovar, para fazer renascer em nós a sua glória.
Mas precisamos nos achegar a Deus como o filho pródigo voltou para a casa do pai: com a cara lavada, descalço, sem anel, sem dinheiro, roupas esfarrapadas. Tiremos o véu da nossa justiça própria, a mascara das desculpas, e entreguemo-nos completamente ao Deus que tudo perdoa e que nos aceita de volta. O desejo do Senhor é que nossa vida brilhe e que ilumine aqueles que estão nas trevas.
Deus vos Abençoe.
Bispo Márcio Silva
“ Disse também o Senhor a Moises, em mídia: Vai, torna para o Egito, porque são mortos todos os que procuravam tira-te a vida” (Exodo 4.19).
A vida ministerial de Moisés impressiona qualquer um de nós. Ele mantinha comunhão com Deus; seu coração estava aberto à voz do Senhor. As pessoas que se rebelaram contra Moisés, foram engolidas pela terra, ele orou, e a terra se abriu e as pessoas foram engolidas. Milagres aconteciam na vida desse homem de Deus.
É maravilhoso quando vivemos um momento assim. Quando tudo vai bem. Isto reflete o agir de Deus na nossa vida.
Moisés vivia esse auge. Ele não conseguia nem andar, pois as pessoas queriam conversar apenas com ele; não adiantava ter cem auxiliares. As pessoas diziam “eu quero é Moisés, ele é o homem. Ele é a expressão máxima. Todo mundo queria ser amigo de Moisés.
Um homem poderosíssimo, considerado o maior legislador de todos os tempos. O homem a quem Deus revelou coisas que jamais havia revelado. Moises recebeu a incumbência de escrever a história da criação do mundo, da formação do homem, do pecado, da chamada de Noé, de Abrão, etc. Moisés era um líder fantástico, uma pessoa poderosa.
Talvez você tenha sido uma pessoa ungida, abençoada, que realmente impressionava pelo dom de Deus na sua vida, mas perdeu o brilho e está usando um véu. Faça como Davi, confesse a Deus e peça a ele que renove sua vida. Para Deus ninguém foi tão fundo que a sua graça e misericórdia não possam alcançar. O Senhor está pronto para nos renovar, para fazer renascer em nós a sua glória.
Mas precisamos nos achegar a Deus como o filho pródigo voltou para a casa do pai: com a cara lavada, descalço, sem anel, sem dinheiro, roupas esfarrapadas. Tiremos o véu da nossa justiça própria, a mascara das desculpas, e entreguemo-nos completamente ao Deus que tudo perdoa e que nos aceita de volta. O desejo do Senhor é que nossa vida brilhe e que ilumine aqueles que estão nas trevas.
Deus vos Abençoe.
Jesus a Fonte de Água Viva
A Bíblia relata “ deixou a Judéia e retirou-se outra vez para a Galiléia. Contudo, era-lhe necessário atravessar a província de Samaria. Após algum tempo de viagem, chegou a uma cidade samaritana, chamada Sicar, perto das terras que Jacó dera a seu filho José. Estava ali a fonte de Jacó. Cansado da Viagem, o Senhor Jesus assentou-se junto á fonte. Nisto, veio uma mulher samaritana tirar água.Disse-lhe Jesus: dá-me de beber. Pois seus discípulos tinham ido á cidade para comprar alimentos.Então, lhe disse a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana (porque os judeus não se dão com os samaritanos)?” (João 4.1-9).
Como aquela mulher, muitas são as pessoas que, ainda nos dias de hoje, também não conhecem o Senhor Jesus. Desta forma, apesar de na maioria das vezes estarem vivendo dentro de uma religião ou presas a um sistema, continuam sofrendo.
A religião não resolve o problema de ninguém. Se resolvesse, não existiriam tantas pessoas dentro das igrejas sofrendo com doenças, vícios, com casamentos e vida financeira destruídos.Tudo isto acontece porque ainda não tiveram um encontro verdadeiro com Deus.
Enquanto conversava com o Senhor Jesus, aquela mulher ainda não sabia quem Ele era realmente. Prova disso é que perguntou-Lhe como poderia sendo uma samaritana, dar de beber a um judeu. “Replicou-lhe Jesus: Se conheceras o dom de Deus e quem é o que te pede: dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva. Respondeu-lhe ela: Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde, pois, tens a água viva?” (João 4.10-11).
Irmãos vejam que ao ouvir essas palavras do Senhor Jesus criou-se naquela mulher o interesse e desejo pela água viva. De repente, você tem buscado na igreja uma solução para os seus problemas, quando na verdade deveria também estar sedento em beber dessa água viva que Jesus promete dar aqueles que O pedem.
Antes e acima de qualquer coisa é necessário que haja em seu coração o desejo de beber da água viva, porque ela é o próprio Espírito Santo. Antes de desejar a restauração da sua vida financeira, de família, do seu casamento, da sua saúde é preciso que busque o batismo com o Espírito Santo. Sem Ele, apesar de todo seu conhecimento, formação e sabedoria, você vai continuar perdido.
Assim, é preciso que você se esforce e faça a sua parte porque somente o Espírito Santo poderá lhe guiar a toda verdade e o consolador nos momentos difíceis. Ele é o único que tem poder para lhe dar forças e não deixá-lo esmorecer. A partir do momento que tiver esse encontro com Deus, então, todos os demais problemas serão solucionados.
“Afirmou-lhe Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede; aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrario, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” (João 4.13-14). Em outras palavras, o Senhor Jesus quis dizer que se você receber do Seu Espírito, por onde quer que vá, todos que estiverem ao seu redor irão ver uma diferença em você porque Ele suprirá todas as suas necessidades.
Contudo, essa mudança não acontece por acaso nem pela força. Ela só ocorre na vida de alguém se a pessoa se despojar de tudo e tiver um encontro com Deus. Sua vida só vai mudar quando tiver um novo nascimento, um nascimento da água e do Espírito.
O Bispo Márcio Silva
Como aquela mulher, muitas são as pessoas que, ainda nos dias de hoje, também não conhecem o Senhor Jesus. Desta forma, apesar de na maioria das vezes estarem vivendo dentro de uma religião ou presas a um sistema, continuam sofrendo.
A religião não resolve o problema de ninguém. Se resolvesse, não existiriam tantas pessoas dentro das igrejas sofrendo com doenças, vícios, com casamentos e vida financeira destruídos.Tudo isto acontece porque ainda não tiveram um encontro verdadeiro com Deus.
Enquanto conversava com o Senhor Jesus, aquela mulher ainda não sabia quem Ele era realmente. Prova disso é que perguntou-Lhe como poderia sendo uma samaritana, dar de beber a um judeu. “Replicou-lhe Jesus: Se conheceras o dom de Deus e quem é o que te pede: dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva. Respondeu-lhe ela: Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde, pois, tens a água viva?” (João 4.10-11).
Irmãos vejam que ao ouvir essas palavras do Senhor Jesus criou-se naquela mulher o interesse e desejo pela água viva. De repente, você tem buscado na igreja uma solução para os seus problemas, quando na verdade deveria também estar sedento em beber dessa água viva que Jesus promete dar aqueles que O pedem.
Antes e acima de qualquer coisa é necessário que haja em seu coração o desejo de beber da água viva, porque ela é o próprio Espírito Santo. Antes de desejar a restauração da sua vida financeira, de família, do seu casamento, da sua saúde é preciso que busque o batismo com o Espírito Santo. Sem Ele, apesar de todo seu conhecimento, formação e sabedoria, você vai continuar perdido.
Assim, é preciso que você se esforce e faça a sua parte porque somente o Espírito Santo poderá lhe guiar a toda verdade e o consolador nos momentos difíceis. Ele é o único que tem poder para lhe dar forças e não deixá-lo esmorecer. A partir do momento que tiver esse encontro com Deus, então, todos os demais problemas serão solucionados.
“Afirmou-lhe Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede; aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrario, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” (João 4.13-14). Em outras palavras, o Senhor Jesus quis dizer que se você receber do Seu Espírito, por onde quer que vá, todos que estiverem ao seu redor irão ver uma diferença em você porque Ele suprirá todas as suas necessidades.
Contudo, essa mudança não acontece por acaso nem pela força. Ela só ocorre na vida de alguém se a pessoa se despojar de tudo e tiver um encontro com Deus. Sua vida só vai mudar quando tiver um novo nascimento, um nascimento da água e do Espírito.
O Bispo Márcio Silva
Palavras de Fé
Deus luta conosco. (Nós não lutamos com Deus)
Dúvidas sempre surgem sobre o que Deus quer de nós, porque nós temos o nosso próprio "querer". Observe Jacó, o patriarca. Deus veio e lutou com Jacó, e não Jacó com Deus, até que Jacó submeteu sua própria vontade. Depois disso ele se agarrou em Deus até que recebeu a única coisa que almejava – a bênção de Deus.
A vontade de Deus é tão importante que Ele não depende das pessoas procurarem por ela. Seria muito arriscado depender do nosso pedido no momento crítico em que Ele quer Sua vontade feita. Mas, por sua misericórdia podemos andar no caminho certo, contanto que o nosso coração esteja correto. Esta é uma normal experiência Cristã.
Alguns falam em se concentrar até ouvirem a voz de Deus "'mansa, baixa". Será que Deus é sempre delicado e sofisticado?. (Sl 29:3) nos fala que o Deus da glória "troveja"! Vamos ser honestos. Freqüentemente nós sabemos muito bem o que Deus quer; o problema é que não queremos obedecer! Se não tomarmos o caminho certo, Deus nos vai direcionar – a menos, é claro, que sejamos teimosos. As promessas são claras: "Guia os mansos no que é reto, e lhes ensina o seu caminho." (Sl 25:9).
Freqüentemente nós oramos esperando que o que queremos, seja o que Deus também quer. Se orarmos muito tempo e o suficiente, finalmente vai parecer que Deus se submeteu aos nossos desejos. Alguns oram pedindo direção até que sintam que a receberam – isto é, a direção que eles queriam. Realmente, Deus pode não ter mudança de direção para eles.
Suponhamos que Deus esteja em silêncio. O que está errado? Normalmente nada! Deus está em silêncio porque Ele não tem nada para dizer. Pode ser que Ele esteja feliz com o que estamos fazendo. Ele não emite novos planos diariamente. Os exemplos Bíblicos de claras mudanças de direção são, na maioria, instruções para Apóstolos como Pedro Paulo e João, porque o trabalho deles era crucial para o futuro da igreja. Se simplesmente continuarmos e fizermos o que precisa ser feito, Deus vai nos abençoar nos tomar pelas mãos enquanto vamos, e fazer o que parece ser melhor para nós.
É importante vermos um aspecto nessa questão - Deus respeita decisões que fazemos com a intenção de glorificá-Lo. Deus fez o homem à Sua própria imagem – com Sua vontade soberana.
Falando claramente, Ele nos dá liberdade. Nós não somos marionetes de Deus. Nem tampouco servimos a Deus como escravos. Constantemente ansiosos no caso de havermos escorregado em algum lugar. O Senhor nos faz uma surpreendente promessa: "e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei," (Jo. 14:13).
Podemos ver o padrão de Cristo na sua relação com Seus discípulos. Ele não os mandou, sendo senhor absoluto, ditando seu viver diário, o que fazer, onde viver, ou o que comprar. Ele os tratou como adultos, responsáveis, não mandando que venham e o sigam o seu dono como animais. A situação deles não é de empregados, e Ele não é seu patrão ou diretor gerente. Que chefe lavaria os pés dos empregados? Seu compromisso fundamental é estar conosco onde formos e abençoar o trabalho de nossas mãos.
Como Jesus não impôs seu senhorio sobre Seus seguidores, líderes Cristãos não têm o direito de exercer a autoridade de Senhorio sobre qualquer um. Aliás, Cristo explicitamente proíbe tal comportamento, dizendo, "porque um só é o vosso Mestre, "(Mt. 23:8).Que meta seria melhor do que a que Paulo tinha? "Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus. Deus vos Abençoe.
Dúvidas sempre surgem sobre o que Deus quer de nós, porque nós temos o nosso próprio "querer". Observe Jacó, o patriarca. Deus veio e lutou com Jacó, e não Jacó com Deus, até que Jacó submeteu sua própria vontade. Depois disso ele se agarrou em Deus até que recebeu a única coisa que almejava – a bênção de Deus.
A vontade de Deus é tão importante que Ele não depende das pessoas procurarem por ela. Seria muito arriscado depender do nosso pedido no momento crítico em que Ele quer Sua vontade feita. Mas, por sua misericórdia podemos andar no caminho certo, contanto que o nosso coração esteja correto. Esta é uma normal experiência Cristã.
Alguns falam em se concentrar até ouvirem a voz de Deus "'mansa, baixa". Será que Deus é sempre delicado e sofisticado?. (Sl 29:3) nos fala que o Deus da glória "troveja"! Vamos ser honestos. Freqüentemente nós sabemos muito bem o que Deus quer; o problema é que não queremos obedecer! Se não tomarmos o caminho certo, Deus nos vai direcionar – a menos, é claro, que sejamos teimosos. As promessas são claras: "Guia os mansos no que é reto, e lhes ensina o seu caminho." (Sl 25:9).
Freqüentemente nós oramos esperando que o que queremos, seja o que Deus também quer. Se orarmos muito tempo e o suficiente, finalmente vai parecer que Deus se submeteu aos nossos desejos. Alguns oram pedindo direção até que sintam que a receberam – isto é, a direção que eles queriam. Realmente, Deus pode não ter mudança de direção para eles.
Suponhamos que Deus esteja em silêncio. O que está errado? Normalmente nada! Deus está em silêncio porque Ele não tem nada para dizer. Pode ser que Ele esteja feliz com o que estamos fazendo. Ele não emite novos planos diariamente. Os exemplos Bíblicos de claras mudanças de direção são, na maioria, instruções para Apóstolos como Pedro Paulo e João, porque o trabalho deles era crucial para o futuro da igreja. Se simplesmente continuarmos e fizermos o que precisa ser feito, Deus vai nos abençoar nos tomar pelas mãos enquanto vamos, e fazer o que parece ser melhor para nós.
É importante vermos um aspecto nessa questão - Deus respeita decisões que fazemos com a intenção de glorificá-Lo. Deus fez o homem à Sua própria imagem – com Sua vontade soberana.
Falando claramente, Ele nos dá liberdade. Nós não somos marionetes de Deus. Nem tampouco servimos a Deus como escravos. Constantemente ansiosos no caso de havermos escorregado em algum lugar. O Senhor nos faz uma surpreendente promessa: "e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei," (Jo. 14:13).
Podemos ver o padrão de Cristo na sua relação com Seus discípulos. Ele não os mandou, sendo senhor absoluto, ditando seu viver diário, o que fazer, onde viver, ou o que comprar. Ele os tratou como adultos, responsáveis, não mandando que venham e o sigam o seu dono como animais. A situação deles não é de empregados, e Ele não é seu patrão ou diretor gerente. Que chefe lavaria os pés dos empregados? Seu compromisso fundamental é estar conosco onde formos e abençoar o trabalho de nossas mãos.
Como Jesus não impôs seu senhorio sobre Seus seguidores, líderes Cristãos não têm o direito de exercer a autoridade de Senhorio sobre qualquer um. Aliás, Cristo explicitamente proíbe tal comportamento, dizendo, "porque um só é o vosso Mestre, "(Mt. 23:8).Que meta seria melhor do que a que Paulo tinha? "Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus. Deus vos Abençoe.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Quem escreveu a Bíblia? - Evidência de Deus
Quem escreveu a Bíblia – Uma carta de Deus
"Quem escreveu a Bíblia?" é uma pergunta feita, sem dúvida, por muitos que estão cientes do impacto que este livro tem feito em pessoas ao redor do mundo. A Bíblia dá orientação à nossa jornada através da vida até à eternidade, assim como nos leva a um relacionamento com o Deus do universo. Ela é um livro histórico apoiado pela arqueologia, e um livro profético que tem se mostrado verídico em todas as suas afirmações até agora. Diante de todos esses fatos, querer saber quem escreveu a Bíblia é uma questão vital que merece investigação séria e uma resposta séria. A Bíblia é a carta de Deus para a humanidade. Ela é dividida em 66 livros escritos por 40 escritores divinamente inspirados. Estes escritores vêm de todas as esferas da vida (ou seja, de reis a pescadores) e se estende por mais um período de 1.500 anos ou mais. Estas afirmações podem parecer dramáticas (ou irreais para alguns), mas um estudo cuidadoso e honesto das Escrituras irão provar que são verdadeiras.
Quem escreveu a Bíblia – Evidência de Inspiração Divina
“Quem escreveu a Bíblia?” é uma questão que pode ser respondida ao examinar os textos bíblicos à luz das evidências externas que sustentam suas afirmações. 2 Timóteo 3:16 diz: “Toda a Escritura é inspirada por Deus…” Em 2 Pedro 1:20-21, Pedro relembra o leitor: “sabendo, primeiramente, isto: que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens {santos} falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo.” A Bíblia mesmo nos diz que Deus é o autor do Seu livro.
Deus não nos deixa reivindicações de Sua obra divina apenas na Bíblia, mas também em provas irrefutáveis. O design da Bíblia em si é um milagre. Ela foi escrita ao longo de mais de 1.500 anos por escritores muito diferentes, mas cada livro da Bíblia é coerente em sua mensagem. Estes 66 livros falam sobre a história, profecia, poesia e teologia. Apesar da sua complexidade, das diferenças nos estilos de escrita e dos longos períodos de tempo, os livros da Bíblia concordam milagrosamente em seu tema, nos fatos e em como as referências concordam umas com as outras. Nenhum ser humano poderia ter planejado uma combinação tão complexa de livros ao longo de um período de 1.500 anos. Os manuscritos da Bíblia (lembre-se que não havia máquinas de impressão até 1455) têm sobrevivido apesar de condições meteorológicas ruins, de perseguição e do passar do tempo. A maioria dos textos antigos escritos em materiais fracos como o papiro tem desaparecido por completo. No entanto, muitas cópias das escrituras do Antigo Testamento sobreviveram. Por exemplo, os Manuscritos do Mar Morto contêm todos os livros do Antigo Testamento, exceto Ester, e foram datados de antes da época de Cristo. Considere a obra de Júlio César “As Guerras Gálicas”. Apenas dez cópias escritas cerca de 1.000 anos após o evento estão em existência. Em comparação, existem mais de 24.000 manuscritos do Novo Testamento, com os primeiros sendo de cerca de 24 anos depois de Cristo.
A Bíblia também valida sua autoria divina através de profecias cumpridas. Um impressionante número de 668 profecias têm sido cumpridas e nenhuma tem sido provada como sendo falsa (três ainda não foram confirmadas). Um estudo honesto da profecia bíblica irá mostrar de maneira convincente a autoria sobrenatural da Bíblia. Além disso, a arqueologia confirma (ou em alguns casos dá suporte) as narrativas do registro bíblico. Nenhum outro livro sagrado se aproxima da Bíblia na quantidade de evidência que sustenta a sua autoria divina.
Quem escreveu a Bíblia – Uma pergunta de significado eterno
"Quem escreveu a Bíblia?" é de fato uma pergunta que todos devem fazer. Se de fato ela é a Palavra do Deus vivo, então nenhum outro livro nos dá melhor discernimento sobre as nossas vidas, mais esperança para o nosso futuro e um verdadeiro caminho para um relacionamento com Deus. Pesquise a Bíblia com franqueza e honestidade e veja por si mesmo o que o Criador do universo quer lhe dizer!
"Quem escreveu a Bíblia?" é uma pergunta feita, sem dúvida, por muitos que estão cientes do impacto que este livro tem feito em pessoas ao redor do mundo. A Bíblia dá orientação à nossa jornada através da vida até à eternidade, assim como nos leva a um relacionamento com o Deus do universo. Ela é um livro histórico apoiado pela arqueologia, e um livro profético que tem se mostrado verídico em todas as suas afirmações até agora. Diante de todos esses fatos, querer saber quem escreveu a Bíblia é uma questão vital que merece investigação séria e uma resposta séria. A Bíblia é a carta de Deus para a humanidade. Ela é dividida em 66 livros escritos por 40 escritores divinamente inspirados. Estes escritores vêm de todas as esferas da vida (ou seja, de reis a pescadores) e se estende por mais um período de 1.500 anos ou mais. Estas afirmações podem parecer dramáticas (ou irreais para alguns), mas um estudo cuidadoso e honesto das Escrituras irão provar que são verdadeiras.
Quem escreveu a Bíblia – Evidência de Inspiração Divina
“Quem escreveu a Bíblia?” é uma questão que pode ser respondida ao examinar os textos bíblicos à luz das evidências externas que sustentam suas afirmações. 2 Timóteo 3:16 diz: “Toda a Escritura é inspirada por Deus…” Em 2 Pedro 1:20-21, Pedro relembra o leitor: “sabendo, primeiramente, isto: que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens {santos} falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo.” A Bíblia mesmo nos diz que Deus é o autor do Seu livro.
Deus não nos deixa reivindicações de Sua obra divina apenas na Bíblia, mas também em provas irrefutáveis. O design da Bíblia em si é um milagre. Ela foi escrita ao longo de mais de 1.500 anos por escritores muito diferentes, mas cada livro da Bíblia é coerente em sua mensagem. Estes 66 livros falam sobre a história, profecia, poesia e teologia. Apesar da sua complexidade, das diferenças nos estilos de escrita e dos longos períodos de tempo, os livros da Bíblia concordam milagrosamente em seu tema, nos fatos e em como as referências concordam umas com as outras. Nenhum ser humano poderia ter planejado uma combinação tão complexa de livros ao longo de um período de 1.500 anos. Os manuscritos da Bíblia (lembre-se que não havia máquinas de impressão até 1455) têm sobrevivido apesar de condições meteorológicas ruins, de perseguição e do passar do tempo. A maioria dos textos antigos escritos em materiais fracos como o papiro tem desaparecido por completo. No entanto, muitas cópias das escrituras do Antigo Testamento sobreviveram. Por exemplo, os Manuscritos do Mar Morto contêm todos os livros do Antigo Testamento, exceto Ester, e foram datados de antes da época de Cristo. Considere a obra de Júlio César “As Guerras Gálicas”. Apenas dez cópias escritas cerca de 1.000 anos após o evento estão em existência. Em comparação, existem mais de 24.000 manuscritos do Novo Testamento, com os primeiros sendo de cerca de 24 anos depois de Cristo.
A Bíblia também valida sua autoria divina através de profecias cumpridas. Um impressionante número de 668 profecias têm sido cumpridas e nenhuma tem sido provada como sendo falsa (três ainda não foram confirmadas). Um estudo honesto da profecia bíblica irá mostrar de maneira convincente a autoria sobrenatural da Bíblia. Além disso, a arqueologia confirma (ou em alguns casos dá suporte) as narrativas do registro bíblico. Nenhum outro livro sagrado se aproxima da Bíblia na quantidade de evidência que sustenta a sua autoria divina.
Quem escreveu a Bíblia – Uma pergunta de significado eterno
"Quem escreveu a Bíblia?" é de fato uma pergunta que todos devem fazer. Se de fato ela é a Palavra do Deus vivo, então nenhum outro livro nos dá melhor discernimento sobre as nossas vidas, mais esperança para o nosso futuro e um verdadeiro caminho para um relacionamento com Deus. Pesquise a Bíblia com franqueza e honestidade e veja por si mesmo o que o Criador do universo quer lhe dizer!
Profecia Bíblica - Verifique a história
Profecia Bíblica – Verdade ou fraude?
A profecia bíblica é prova convincente da alegação da Bíblia de ser verdadeiramente a inspirada Palavra de Deus ou é nada mais do que uma fraude elaborada? Como as profecias bíblicas se comparam com a história secular? A Bíblia declara: “Apresentai a vossa demanda, diz o SENHOR; trazei as vossas firmes razões, diz o Rei de Jacó. Tragam e anunciem-nos as coisas que hão de acontecer; anunciai-nos as coisas passadas, para que atentemos para elas, e saibamos o fim delas; ou fazei-nos ouvir as coisas futuras. Anunciai-nos as coisas que ainda hão de vir, para que saibamos que sois deuses; ou fazei bem, ou fazei mal, para que nos assombremos, e juntamente o vejamos. Eis que sois menos do que nada e a vossa obra é menos do que nada; abominação é quem vos escolhe” (Isaías 41:21-24). Como o Deus da Bíblia enfrenta o Seu próprio desafio?
Profecia Bíblica – O livro de Daniel
O Livro de Daniel é um exemplo impressionante de profecia bíblica. O livro alega ter sido escrito durante o século 6 AC, mas por causa da precisão de suas previsões detalhadas, os críticos de Daniel insistem que esse livro deve ter sido escrito depois dos acontecimentos descritos. Eles alegam que deve ter sido escrito algum tempo depois de 160 AC. Contudo, Flávio Josefo, historiador da corte de três imperadores romanos sucessivos, documenta Alexandre o Grande recebendo uma cópia do livro de Daniel durante a sua anexação de Jerusalém em 332 AC (O livro Antiquities of the Jews XI, Capítulo VIII, parágrafos 3-5). Além disso, de acordo com as duas narrativas pseudo-aristeas e com Flávio Josefo (Antiquities of the Jews XII, Capítulo II), Ptolomeu Filadelfo (308-246 AC) encomendou a tradução do Septuaginto do hebraico para o grego no século 3 AC. O livro de Daniel fez parte do Septuaginto e dos Manuscritos do Mar Morto, os quais datam de cerca de 200 AC (o manuscrito mais antigo de Daniel, 4Q114, datam do final do século 2 AC).
Profecia Bíblica – Daniel 11
Tendo estabelecido a credibilidade de Daniel, vamos comparar a profecia bíblica encontrada no capítulo 11 com a história secular popular. O livro de Daniel descreve com incrível precisão o destino do Império Grego, como com a morte de Alexandre o seu império seria dividido em quatro partes, assim como os conflitos entre duas dessas divisões, o Egito e a Síria, e como estas guerras afetariam a nação de Israel, a qual estava situada entre os dois. Na verdade, muitos dos conflitos estavam sobre o controle da Palestina (Israel). Os reis da Síria são conhecidos como os "reis do Norte" (isto é, ao norte de Israel, a profecia estava sendo relatada da perspectiva de Israel); os reis egípcios são conhecidos como os "reis do Sul" (sul de Israel) . Vamos percorrer os primeiros 20 versículos para provar o ponto. Cada passagem é seguida pela história secular descrita entre colchetes. Existem várias enciclopédias seculares online se você estiver interessado em dar uma olhada em qualquer uma das seguintes informações por si mesmo.
Daniel 11:1-2: "Eu, pois, no primeiro ano de Dario, o medo, levantei-me para animá-lo e fortalecê-lo. E agora te declararei a verdade: Eis que ainda três reis estarão na Pérsia, e o quarto acumulará grandes riquezas, mais do que todos; e, tornando-se forte, por suas riquezas, suscitará a todos contra o reino da Grécia."
[Dario, o Medo, era o vice-rei da Babilônia durante o reinado de Ciro II - também conhecido como Ciro o Grande- que governou de 550-530 AC. Observação: as datas mencionadas aqui e a seguir representam um período de reinado monárquico, não a duração da vida do governante. Os três reis que sucederam Ciro foram Cambises II (530-521 AC), Smerdis (521 AC) e Dario I (521-485 AC), filho de Hystaspes. O quarto rei, Xerxes (486-465 AC), destacando-se em termos de riqueza e poder, lançou uma campanha elaborada contra a Grécia.]
Daniel 11:3-4: "Depois se levantará um rei valente, que reinará com grande domínio, e fará o que lhe aprouver. Mas, estando ele em pé, o seu reino será quebrado, e será repartido para os quatro ventos do céu; mas não para a sua posteridade, nem tampouco segundo o seu domínio com que reinou, porque o seu reino será arrancado, e passará a outros que não eles."
[O "rei poderoso" foi Alexandre o Grande (336-323 AC), o qual, logo após a conquista do Império Persa, morreu abruptamente aos 32 anos de idade. Seu império não foi passado a seus filhos (que foram assassinados), mas em vez disso foi dividido entre os seus generais (os Diadochi). Quatro reinos menores emergiram dos escombros do império de Alexandre: Grécia, Ásia Menor, Síria e Egito.]
A profecia bíblica é prova convincente da alegação da Bíblia de ser verdadeiramente a inspirada Palavra de Deus ou é nada mais do que uma fraude elaborada? Como as profecias bíblicas se comparam com a história secular? A Bíblia declara: “Apresentai a vossa demanda, diz o SENHOR; trazei as vossas firmes razões, diz o Rei de Jacó. Tragam e anunciem-nos as coisas que hão de acontecer; anunciai-nos as coisas passadas, para que atentemos para elas, e saibamos o fim delas; ou fazei-nos ouvir as coisas futuras. Anunciai-nos as coisas que ainda hão de vir, para que saibamos que sois deuses; ou fazei bem, ou fazei mal, para que nos assombremos, e juntamente o vejamos. Eis que sois menos do que nada e a vossa obra é menos do que nada; abominação é quem vos escolhe” (Isaías 41:21-24). Como o Deus da Bíblia enfrenta o Seu próprio desafio?
Profecia Bíblica – O livro de Daniel
O Livro de Daniel é um exemplo impressionante de profecia bíblica. O livro alega ter sido escrito durante o século 6 AC, mas por causa da precisão de suas previsões detalhadas, os críticos de Daniel insistem que esse livro deve ter sido escrito depois dos acontecimentos descritos. Eles alegam que deve ter sido escrito algum tempo depois de 160 AC. Contudo, Flávio Josefo, historiador da corte de três imperadores romanos sucessivos, documenta Alexandre o Grande recebendo uma cópia do livro de Daniel durante a sua anexação de Jerusalém em 332 AC (O livro Antiquities of the Jews XI, Capítulo VIII, parágrafos 3-5). Além disso, de acordo com as duas narrativas pseudo-aristeas e com Flávio Josefo (Antiquities of the Jews XII, Capítulo II), Ptolomeu Filadelfo (308-246 AC) encomendou a tradução do Septuaginto do hebraico para o grego no século 3 AC. O livro de Daniel fez parte do Septuaginto e dos Manuscritos do Mar Morto, os quais datam de cerca de 200 AC (o manuscrito mais antigo de Daniel, 4Q114, datam do final do século 2 AC).
Profecia Bíblica – Daniel 11
Tendo estabelecido a credibilidade de Daniel, vamos comparar a profecia bíblica encontrada no capítulo 11 com a história secular popular. O livro de Daniel descreve com incrível precisão o destino do Império Grego, como com a morte de Alexandre o seu império seria dividido em quatro partes, assim como os conflitos entre duas dessas divisões, o Egito e a Síria, e como estas guerras afetariam a nação de Israel, a qual estava situada entre os dois. Na verdade, muitos dos conflitos estavam sobre o controle da Palestina (Israel). Os reis da Síria são conhecidos como os "reis do Norte" (isto é, ao norte de Israel, a profecia estava sendo relatada da perspectiva de Israel); os reis egípcios são conhecidos como os "reis do Sul" (sul de Israel) . Vamos percorrer os primeiros 20 versículos para provar o ponto. Cada passagem é seguida pela história secular descrita entre colchetes. Existem várias enciclopédias seculares online se você estiver interessado em dar uma olhada em qualquer uma das seguintes informações por si mesmo.
Daniel 11:1-2: "Eu, pois, no primeiro ano de Dario, o medo, levantei-me para animá-lo e fortalecê-lo. E agora te declararei a verdade: Eis que ainda três reis estarão na Pérsia, e o quarto acumulará grandes riquezas, mais do que todos; e, tornando-se forte, por suas riquezas, suscitará a todos contra o reino da Grécia."
[Dario, o Medo, era o vice-rei da Babilônia durante o reinado de Ciro II - também conhecido como Ciro o Grande- que governou de 550-530 AC. Observação: as datas mencionadas aqui e a seguir representam um período de reinado monárquico, não a duração da vida do governante. Os três reis que sucederam Ciro foram Cambises II (530-521 AC), Smerdis (521 AC) e Dario I (521-485 AC), filho de Hystaspes. O quarto rei, Xerxes (486-465 AC), destacando-se em termos de riqueza e poder, lançou uma campanha elaborada contra a Grécia.]
Daniel 11:3-4: "Depois se levantará um rei valente, que reinará com grande domínio, e fará o que lhe aprouver. Mas, estando ele em pé, o seu reino será quebrado, e será repartido para os quatro ventos do céu; mas não para a sua posteridade, nem tampouco segundo o seu domínio com que reinou, porque o seu reino será arrancado, e passará a outros que não eles."
[O "rei poderoso" foi Alexandre o Grande (336-323 AC), o qual, logo após a conquista do Império Persa, morreu abruptamente aos 32 anos de idade. Seu império não foi passado a seus filhos (que foram assassinados), mas em vez disso foi dividido entre os seus generais (os Diadochi). Quatro reinos menores emergiram dos escombros do império de Alexandre: Grécia, Ásia Menor, Síria e Egito.]
Códigos da Bíblia - E Design Supernatural
Códigos da Bíblia são exemplos fascinantes de design supernatural
Códigos da Bíblia são modelos, tipos e códigos encontrados na Bíblia e que mostram evidência de integração divina nos 66 livros, escritos por 40 autores diferentes em um período de cerca de 1600 anos. O propósito desse artigo não é discutir os assuntos controversos e alimentados pela mídia, tal como a Sequência Alfabética Equidistante (SAE), popularizada pelo livro de Michael Drosni, O Código da Bíblia. Ao invés, avaliamos exemplos tradicionais e comprovados de design e integração supernaturais que fazem parte de cada página da Palavra de Deus.
Códigos da Bíblia: A Genealogia de Gênesis
Os Códigos encontrados por toda a Bíblia são baseados em todos os tipos de coisas do dia a dia, incluindo nomes e genealogias. À primeira vista, vamos ser honestos, elas são bem entediantes. Contudo, ao avançar nesses estudos, você vai ver que os nomes bíblicos e genealogias são não só importantes para os fins de veracidade histórica e cultural, mas são carregados de fatos importantes, significância, e, às vezes, de claros exemplos de design sobrenatural.
A primeira genealogia que vemos na Bíblia é a de Adão a Noé (Gênesis 5). Esta genealogia será importante em toda a Bíblia (Antigo e Novo Testamento) por vários motivos. No entanto, neste estudo, queremos demonstrar uma evidência dramática de design divino baseado na raiz de dez nomes hebraicos.
ADÃO (adomah) significa “homem”. Esse nome faz sentido, pois ele foi o primeiro.
SETE significa “o apontado”. Eva disse: “Deus me deu outro filho em lugar de Abel; porquanto Caim o matou. “
ENOS (anash) significa “mortal”, “frágil” ou “miserável”,usado no contexto de sofrimento, doença, tristeza e perversidade incuráveis. Foi na época de Enos que a humanidade começou a difamar a Deus.
CAINÃ significa “tristeza”, “elegia”. Novamente, esse foi um período escuro na história, e os pais geralmente escolhiam nomes pertinentes ao nascimento, etc.
JEREDE (yaradh) significa “descerão”. Muitos estudiosos atribuem esse nome à época quando os “filhos de Deus” “desceram” à terra para corromper as filhas dos homens, resultando nos Nefilins (“os caídos”).
ENOQUE significa “ensino” ou “começo”. Mais tarde na Bíblia, vemos que Enoque foi o primeiro de quatro gerações de pregadores.
MATUSALÉM (muth) significa “morte” e (shalach) significa “trazer” ou “enviar”. Portanto, esse nome significa “sua morte trará“.
LAMEQUE (raiz ainda evidente na palavra “lamentar”) no contexto hebreu significa “desespero”.
NOÉ (nacham) significa “trazer alívio” ou “conforto”.
Códigos da Bíblia são modelos, tipos e códigos encontrados na Bíblia e que mostram evidência de integração divina nos 66 livros, escritos por 40 autores diferentes em um período de cerca de 1600 anos. O propósito desse artigo não é discutir os assuntos controversos e alimentados pela mídia, tal como a Sequência Alfabética Equidistante (SAE), popularizada pelo livro de Michael Drosni, O Código da Bíblia. Ao invés, avaliamos exemplos tradicionais e comprovados de design e integração supernaturais que fazem parte de cada página da Palavra de Deus.
Códigos da Bíblia: A Genealogia de Gênesis
Os Códigos encontrados por toda a Bíblia são baseados em todos os tipos de coisas do dia a dia, incluindo nomes e genealogias. À primeira vista, vamos ser honestos, elas são bem entediantes. Contudo, ao avançar nesses estudos, você vai ver que os nomes bíblicos e genealogias são não só importantes para os fins de veracidade histórica e cultural, mas são carregados de fatos importantes, significância, e, às vezes, de claros exemplos de design sobrenatural.
A primeira genealogia que vemos na Bíblia é a de Adão a Noé (Gênesis 5). Esta genealogia será importante em toda a Bíblia (Antigo e Novo Testamento) por vários motivos. No entanto, neste estudo, queremos demonstrar uma evidência dramática de design divino baseado na raiz de dez nomes hebraicos.
ADÃO (adomah) significa “homem”. Esse nome faz sentido, pois ele foi o primeiro.
SETE significa “o apontado”. Eva disse: “Deus me deu outro filho em lugar de Abel; porquanto Caim o matou. “
ENOS (anash) significa “mortal”, “frágil” ou “miserável”,usado no contexto de sofrimento, doença, tristeza e perversidade incuráveis. Foi na época de Enos que a humanidade começou a difamar a Deus.
CAINÃ significa “tristeza”, “elegia”. Novamente, esse foi um período escuro na história, e os pais geralmente escolhiam nomes pertinentes ao nascimento, etc.
JEREDE (yaradh) significa “descerão”. Muitos estudiosos atribuem esse nome à época quando os “filhos de Deus” “desceram” à terra para corromper as filhas dos homens, resultando nos Nefilins (“os caídos”).
ENOQUE significa “ensino” ou “começo”. Mais tarde na Bíblia, vemos que Enoque foi o primeiro de quatro gerações de pregadores.
MATUSALÉM (muth) significa “morte” e (shalach) significa “trazer” ou “enviar”. Portanto, esse nome significa “sua morte trará“.
LAMEQUE (raiz ainda evidente na palavra “lamentar”) no contexto hebreu significa “desespero”.
NOÉ (nacham) significa “trazer alívio” ou “conforto”.
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